Thursday, March 13, 2014

A Mother’s Farewell Poem to her Son at the MTC (Portuguese Translation)

As requested (version in Portuguese, by Humberto Kawai)

This a "farewell letter" written by Diane Pullen Fehr after dropping her son off at the MTC recently published in Meridian Magazine, by Mark Albright

As we went through the MTC doors, I said, "Heavenly Father, he is yours."

With tears burning in my eyes.

We said our farewells and good-byes.
He's not off to kindergarten, he's not out to play,
he's doing the Lord's work today.
I guess the mailbox will become our best friend,
as we wait for the letters he will send.
A strange silence fell on our home.
Someone is missing and I feel alone. 


No "Hey, Mom," or even his voice on the phone.

The basketball is still in the hall.
I see his smiling photo on the wall.
His winter coat is hanging on the rack.
It will be two years until he is back.
Too much milk in the fridge, no more wash to do.
My workload is lightening, but, son, I miss you.
Crying, I walk into his room.
Then I remember Christ's empty tomb.
My sacrifice is so small, compared to it all.
God bled and died for me;
I will not act selfishly.
Bitter sweet, the words repeat, "Feed my sheep”, it's time to reap.
The fields are white as snow.
Let your boy go.
It is hard to let go of my boy's hand,

For when he returns, he will be a man.

And as I turn and walk away,

"God bless our boy," I silently pray.

Into the bright light through the MTC doors,
And once again, Father, I know he is yours.

IN PORTUGUESE LANGUAGE

Quando no CTM deixei o filho meu,

Sussurrei para o alto: "Pai Celeste, ele é Teu".

Sentindo nos olhos das lágrimas o ardor,

Despedimo-nos várias vezes, com todo amor.

Ele não está indo para a escolinha, nem saindo para brincar,

É a obra do Senhor que ele hoje vai realizar.

A caixa do correio nossa melhor amiga vai se tornar,

Enquanto esperamos as cartas que ele vai enviar
.
Um estranho silêncio sobre a nossa casa desceu.

Alguém está faltando, e me sinto sozinha, sem o filho meu
.
Nada de: "Oi, mãe", nem sua voz no celular.

A bola de basquete ainda está no mesmo lugar.

Eu vejo sua foto na parede, sorridente.

Seu casaco de inverno no cabide pendente.

Até que ele esteja de volta, dois anos vão passar.

Há muito leite na geladeira, não há mais louça para lavar.

Minha carga de trabalho está menor, isso é certo. 

Mas, filho meu, sinto saudades de tê-lo aqui perto.

Chorando, no seu quarto eu entrei.

Então do sepulcro vazio de Cristo me lembrei.

Em comparação, meu sacrifício é bem pequeno, sim.

Deus verteu Seu sangue e morreu por mim;

Não quero de maneira egoísta agir. 

Agridoces palavras pude então ouvir:

"'Apascenta as minhas ovelhas', é hora de servir.

Os campos estão brancos, deixa o teu filho ir”.

A mão do meu menino me foi difícil largar,

Pois já será um homem, quando ele voltar.

E ao me virar para ir embora finalmente

"Deus abençoe o nosso menino", orei silenciosamente.

Entrando pelas portas do CTM, lá vai o filho meu.

E mais uma vez, Pai, eu sei que ele é Teu.


Escrito por Diane Pullen Fehr depois de deixar seu filho no CTM




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